Camela, Uma História Sem Começo e Sem Ponto de Partida
Como todos nós Camelenses sabemos, nossa raiz e nossa história é oculta. Na verdade, não sabemos o começo, não sabemos quem foi o tal fundador, quem era? De onde veio? Com grandes esforços, noites de pesquisas, e muita dedicação achamos a verdadeira história de nossa querida Camela. O Grupo ROFESS e o Voz Camelense traz para todos Camelenses o especial “ Camela, Uma História Sem Começo e Sem Ponto de Partida”, que ousa expor para todos que nosso lugar não é inútil e infrutífero, mas, que temos sim, uma história, nesse dia 20 de Abril de 2018, fazemos 104 anos como Distrito Municipal, e quem sabe um dia, o município de três centros seja dividido e Camela se emancipe, talvez pareça loucura hoje, mas, lugares menores, um dia foram tidos como loucos, e hoje são cidades, cidades pequenas, mas, com recurso próprios, o Grupo ROFESS e o Voz Camelense tem o objetivo de mostra e trazer de volta, nossa história, nosso bairrismo, nossa cultura.
Agradecemos a você que se dispõem a está conosco e nos acompanha, esperamos que nos ajude, compartilhe nossas postagens, precisamos do seu apoio, afinal de conta, Voz Camelense é da gente, Voz Camelense é todos.
Felipe Sayllins/ Ronaldo Felipe
Criador e Presidente do Grupo ROFESS e do Voz Camelense
Nossa Legitima História na Sociedade
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| Ruinas do Engenho Jaguaré - Foto: Crislayne Ohana |
Não é querendo me gabar não, mas, somos igual a qualquer outro lugar grande por aí, você vai perceber isso em nossa história que já começamos a contar, não sei se você sabe, mas, dizem por pelos cantos e recantos, que um tal de Major Ageu, que tinha herdado um casal de Camela, e morava em uma fazenda, na atual rua Major Ageu, teria dado início ao nosso lugar, entretanto, podemos dizer que essa história é apenas popular, nossa localidade não tem um clima propício para criação de camelos e seria uma história muito morta né?
Entre Ipojuca e Sirinhaém, ali no meio,tinha um engenho chamado Jaguaré que foi fundado por Jerônimo de Atayde de Albuquerque, filho de Gaspar Dias de Athayde, que viveu em Olinda em 1580.
Segundo o inventário feito pelo Conselheiro Schott. O engenho ficava localizado na região do Rio Jagoaré, ao Sul do Rio da Jangada até o Rio Una, tinha cerca de uma milha de terra com poucas várzeas e muitos montes.
- Vamos para os detalhes né, queremos detalhes!
Sua moenda era movida com água e podia produzir anualmente 3.000 a 4.000 arrobas de açúcar, pagando de recognição duas arrobas por mil. A casa de purgar e a casa das caldeiras eram feitas de taipa.
Em 1635, Jerônimo de Atayde já era falecido, e durante a invasão holandesa a pessoa que administrava suas terras, era sua viúva, D. Catharina Camella.
- Já sabemos uma boa parte da raiz de nosso local, e sabemos que Jerônimo de Atayde foi o fundador do Engenho Jaguaré, e que sua esposa tinha o sobrenome de Camella e administrou suas terras logo após sua morte.
D. Catharina Camella, no êxodo dos senhores de engenhos de Pernambuco no ano de 1635, fugiu com seu filho, sua sobrinha e D. Catarina (viúva de Pedro de Albuquerque), D. Catarina Barreto (viúva de D. Luiz de Sousa), D. Madalena (viúva de Felipe de Albuquerque) e mais cerca de 8.000 pessoas, que deixaram para trás suas propriedades expostas a cobiça e estrago dos holandeses.
Não se sabe ao certo o que aconteceu com eles, mas, Segundo Adriaen Van Bullestrate em “Notas do que se passou na minha viagem”, desde 1641/1642, quando foi encarregado por um Alto e Secreto Conselho de visitar “as regiões do sul desta conquista”, escreve em 29/12/1641: “Em Serinhaém está vago o engenho de ... [não indica] que pertenceu à viúva de Jerônimo de Ataíde, que se retirou; ali ainda está vago o engenho Araquara, do qual era proprietário Vicente Campelo, que se retirou. Deste e do outro, deve-se dispor oportunamente para venda”.
Eles fugiram mesmo, porém, registros dizem que as terras aparecem em nome de Antônio de Ataíde de Albuquerque – Filho de Jerônimo de Ataíde de Albuquerque e de D. Catharina Camella. Antônio serviu com muita honra nas guerras da Capitania de Pernambuco. Foi soldado, alferes, seguindo o exemplo dos familiares dos senhores de engenho confiscados pela Companhia das Índias Ocidentais. Ele havendo seguido a carreira militar, regressou a Pernambuco como oficiais do exército restaurador. E participou da defesa de Sirinhaém nas quatro batalhas navais e nas duas do Monte Guararapes, onde foi ferido. E pelo serviço prestado o Rei D. João IV lhe doou a propriedade do Ofício de Juiz de Órfão da vila Formosa de Sirinhaém, por provisão de 28/05/1656 (fl. 139 do livro 1º da Secretaria do Governo).
Você deve está se perguntando, e onde surgiu a feira? A igreja? Como deram início ao nome? Será que existe relatos dos engenhos? Já fomos fundamentas no desenvolvimento municipal? Quem somos?
- Uma coisa de cada vez
O Engenho Jaguaré, ficou conhecido como engenho de D. Camella, por causa de sua significativa influencia no meio social. Logo depois, ficou conhecido como Camella.
Usina Jaguaré
Em 1917 foi fundada a Usina Jaguaré em Sirinhaém, no engenho Jaguaré. A usina pertencia ao senhor Oscar Cardoso da Fonte, seu fundador. Não possuía estrada de ferro, sendo o transporte da cana e lenha feito por animais e caminhões. O açúcar e o álcool eram transportados para o Recife por via marítima, em barcaças. Sobreviveu em mãos do senhor Oscar Cardoso da Fonte durante 26 anos. Depois foi vendida ao senhor Diniz Perilo, permaneceu por mais cinco anos em atividade, sendo absorvida entre 1948 e 1949. Posteriormente pela Usina Trapiche da Firma M. Lima Etc. e Companhia, em 1950, com uma produtividade de 5.459 sacos de açúcar.
Hoje as terras do engenho pertencem a Usina Salgado, para se chegar ao engenho pega a PE-064 e logo na beira da rodovia avistamos a capela e as ruínas da casa-grande, da qual só resta a parte de baixo da residência, onde ficava a senzala.
Feira Livre de Camela, Elevação a Distrito Municipal e a Usina Castelo
Feira Livre de Camela
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| Feira Livre de Camela em 1940 - Acervo Yara Soares |
Entre os engenhos de Sirinhaém e dos engenhos de Ipojuca no Litoral Sul de Pernambuco, surgia a Vila de Santo Antônio de Camela, com forte influência dos engenhos aos arredores, principalmente do Jaguaré em Sirinhaém, sua feira foi criada em 05 de outubro de 1884, sendo naquela ocasião uma feira de produtos agrícolas.
Comentário: Nossa Feira Livre completa esse ano, 134 anos de existência e resistência, sendo ela nosso maior patrimônio, porém, nunca foi valorizado pelo Poder Público, a Feira Livre de Camela é o que mede o grau da situação do comércio local, infelizmente nosso patrimônio tem enfrentado grandes batalhas de sobrevivência, sem a manutenção adequada e sem o interesse do poder público.
Criação do Distrito de Santo Antônio de Camela
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| Mapa do Distrito de Camela - Atual |
Em 20 de Abril de 1914, pela Lei Municipal nº 5, foi criado o Distrito de Santo Antônio de Camela, que até então era Vila, sendo anexada ao município do Ipojuca. A Vila já tinha a Igreja de Santo Antônio, que é datada de 1907, não se tem documentos que prove, mas, segundo conta os mais antigos moradores, esse seria o ano de uma ampliação. Essa ampliação faz tornar real a história da imagem de Santo Antônio achada na cachoeira de São Pedro, Reza a lenda que moradores do lugar encontraram uma imagem de Santo Antônio na cachoeira do Engenho São Pedro. A imagem mede aproximadamente, 40 cm, evidenciando o Menino Jesus no braço de Santo Antônio, que é atualmente guardada como relíquia.
D. Catharina Camella, dona do Engenho Jaguaré/Camela, ainda hoje existente, mandou construir um nicho para guardar sua imagem. Sempre ao amanhecer, D. Catarina fazia suas orações para o Santo e, por diversas vezes, a imagem não mais estava lá no nicho, saiam para procurar a imagem e a encontravam de volta a cachoeira onde foi encontrado por diversos moradores.
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| Antigo Altar de Santo Antônio |
Um dia, D. Catharina fez uma promessa ao Santo: se ele ficasse no nicho, ela iria chamar a população para construir uma igreja para ele em um lugar de destaque no engenho Camela. Quando ela chegou ao nicho na manhã seguinte, lá estava a imagem de Santo Antônio. Exercendo influência moral e espiritual perante a comunidade, sendo extremamente fervorosa e muito ligada à Igreja, chamou as pessoas para construírem a capela de Santo Antônio de Camela com as pedras da própria cachoeira. Os povoadores do lugar começaram a carregar as pedras na cabeça para edificar a Capela e assim cumprir a promessa feita pela devota Catharina Camella: Para proporcionar aos devotos um local ideal para devoção.
As manifestações recebidas pelo povo católico da época foram além da sua expectativa e logo se edificou a Igreja de Santo Antônio de Camela.
Sebastião Galvão escreveu por volta de 1908 que o povoado de Camela possuía uma capela dedicada a N. Senhora da Conceição. Não encontramos outra fonte histórica que confirme esta afirmação.
- Vale lembrar que isso é o que diz a lenda, porque quando surgiu a feira de Camela em 1884, já havia se passado longos 249 anos, e em 1907 ano datado na atual Igreja, já havia passado 272 anos. Obvio que D. Camella não estava mais entre os Camelenses, porém, não podemos descartar a ideia de que Dona Catharina Camella tenha dado ordens para a construção do nicho para a imagem do Santo.
Também vale lembrar que o engenho Camelinha ao qual conhecemos hoje, que fica a cerca de 1 km de distância de Camela, não exerceu influencia nenhuma na pré-história da Camela atual. Entre relatos, seria esse apenas um engenho que recebeu influência da Vila Camela.
Ah, ganhamos a nomenclatura atual “Camela”, pelo Decreto-Lei Estadual nº 235 de 09 de Dezembro de 1938, perdendo o nome Distrito de Santo Antônio de Camela, para Distrito de Camela.
Usina Castelo
A Usina de Aguardente Castelo, atingiu seu ponto de maior produtividade entre as décadas de 1960 e 1980, gerando cerca de 500 trabalhos diretos, trazendo um leve alivio econômico para o então distrito de Camela. Em Camela organizou-se engarrafamentos de aguardente, que logo foram desativados com o fim da Usina Castelo.
Com a desativação da usina e a ausências dos trabalhadores, o comércio de Camela sofreu violenta queda, e sua área de influência, que abrangia até o Distrito de Nossa Senhora do Ó, começou a se restringir. A Feira também sofreu com o fim da usina.
Havia uma estrada que ligava Camela a Sirinhaém e era usada como alternativa à PE-060, essa estrada também foi desativada e o trafego de caminhões e automóveis se encerrou.
Comentário: Camela sofreu muitas perdas em sua história, uma delas foi a estrada que ligava a Sirinhaém, parece besteira, mas, as pessoas na época achavam mais viável viajar por ela, do que pela PE-060. Outra estrada que nos foi tirada foi a PE-051, que liga Serrambi e Camela a BR-101 no Município de Escada. Se você for dá uma olhadinha rápida no Google Maps, você irá vê que a rodovia existe, porém, a PE-051 acaba na entrada de Camela.
Além, de sofrer com uma perda de identidade e de sua cultura, Camela e Serrambi, tem sido entregue ao recanto e como sempre desprezada pelo poder público.
Engenho São Paulo
O engenho São Paulo, tem alguns nomes históricos que são: São Paulo, Sibiró (Cebiró; Siberó) de Baixo, Sibiró de São Paulo.
Segundo o Relatório de Schott de 1636, o engenho Sibiró de Baixo ficava localizado na margem direita do Rio Sibiró, a uma boa milha ao sudoeste do engenho Sibiró de Cima (de Riba) ou Sibiró do Bom Jesus em Sirinhaém, pertencente a Manoel de Navalhas. Sob a jurisdição de Sirinhaém (ou Freguesia de Ipojuca em alguns documentos). Suas terras tinham 02 milhas de extensão, com uma várzea razoável, mas, a maior parte consistia de pastos. Sua moenda era movida à água podia fornecer anualmente 3.000 a 4.000 arrobas de açúcar e pagava de recognição 80 arrobas de açúcar branco, encaixado, levado para o passo do engenho.
O engenho Sibiró de Baixo durante a invasão holandesa foi citado no mapa PE-C (IAHGP-Vingboons, 1640) Capitania de Pharnambocqve, com o símbolo de engenho, 'Ԑ: SibԐro ∂ĭ ßaxo'. Encontrava-se de fogo vivo e possuía uma igreja dedicada a São Paulo. Suas terras tinham 02 milhas de extensão, com uma várzea razoável plantada de cana e o restante com pastos nessa época pertencia a Francisco Soares da Cunha.
Em 1647, o engenho passou as mãos de Antônio Fernandes Pessoa “O Mingau”
Segundo Borges da Fonseca o engenho Sibiró também pertenceu a Miguel Fernandes de Távora.
O engenho foi herdado por sua filha Ana de Castro, entre outros proprietários que foram descendendo o engenho que hoje leva o nome apenas de São Paulo.
Uma Curiosidade do Engenho Sibiró, Hoje Engenho São Paulo
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| Foto: Crislayne Ohana |
O comerciante francês Louis-François de Tollenare conheceu, em dezembro de 1816, uma rainha africana chamada Tereza, que era escrava do engenho Sibiró, província de Pernambuco. “Era uma bela mulher, de 27 a 28 anos, muito alegre e faladeira. Tereza fora rainha em Cabinda, na região de Loango, também situada na África Centro-Ocidental. Pega em adultério, acabou convertida ao cativeiro. Ao chegar ao Brasil, trazia anelões de cobre dourado nas pernas e nos braços, e era altiva, recusando-se a trabalhar. Por volta de 1814, uma negra da moenda adoeceu. Tereza a substituiu. Pouco afeita àquele trabalho, teve uma das mãos presa ao cilindro que esmagava cana de açúcar. Tentou livrar-se com a outra mão, mas esta também ficou presa. Tereza perdera, assim, dois antebraços, amputados antes que gangrena a consumisse. “Vi a pobre Tereza neste lamentável estado”, diz Tollenare. “Hoje não pode mais trabalhar”, continua o francês; “empregaram-na, porém, utilmente para vigiar as companheiras, e sabe fazer-se temer e obedecer”. Uma vez rainha, sempre rainha.
Nossas Praias Atuais
Mediante a Lei Municipal nº 1295 de 2001 e pelos seus anexos, e também pela Lei Municipal nº 1802, de 15 de maio de 2015, define as delimitações distritais do município do Ipojuca, Camela é descrita com os seguintes Bairros: Camela Centro, Nova Camela, Rurópolis Centro, Alto da Caixa D'Água, Alto da Palmeira, Santo Antônio, Serrambi, Enseadinha, Ponta de Serrambi, Enseada de Serrambi e Toquinho.
Serrambi - Camela - PE
A Praia de Serrambi é localizada no litoral do distrito de Camela em Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife em Pernambuco. Sendo a maior praia de Camela e a Segunda maior no município do Ipojuca em expansão territorial e faixa de areia. Popularmente conhecida como Praia do Oi, por ser ponto de encontros e lazer de famílias no verão e demais estações. O nome é derivado de um marisco que existe na região em ambulância chamado “Cernambi”. Propicia para mergulho, surf e outras atividades náuticas. Desde 2007, acontece anualmente no último fim de semana de agosto a festa do Berdigão, em comemoração à pesca em ambulância. No passado, só havia em Serrambi a Vila dos Pescadores e um açude, chamado pelos moradores de Pocinho, de onde se podia observar peixinhos coloridos.
Galeão Santa Rosa de Portugal
Reza a lenda que o Galeão Santa Rosa de Portugal, afundou em áreas da praia de Serrambi com uma carga avaliada em mais de 1 bilhão em ouro e outros bens valiosos, isso culminou em uma caça ao tesouro. O Galeão afundou entre os dias 6 e 7 de setembro de 1726, havia saído de Salvador em destino a Portugal, mas, por motivo de tempo e divergências afundou na costa pernambucana.
Até hoje não são claros os reais motivos da explosão do Galeão Português. A hipótese mais aceita é a de que o capitão Bartolomeu Freire manteve acirrada discussão com o comandante do regimento de soldados que se encontrava a bordo, e após as Ave Marias, alguém desceu até o paiol de pólvora, e nele colocou fogo. Acredita-se que, para as necessidades de 70 bocas de fogo, o paiol armazenava na ocasião mais de 200 barris de pólvora.
Como resultado, dos mais de 700 homens a bordo, não mais do que 2 ou 3 dezenas devem ter sobrevivido à explosão e ao rápido naufrágio. Desse pequeno grupo, somente 7 homens, agarrados a tábuas, foram recolhidos no dia seguinte. Os outros pereceram vencidos pela fadiga, pelos ferimentos ou pelo ataque dos tubarões.
Localizada próxima a Serrambi, a Praia das Cacimbas tem cerca de 1,5 Km de extensão, recebeu esse nome por que é uma piscina natural de águas cristalinas rodeada por recifes, e cacimba é uma maneira de armazenagem de água. É ideal para banho quando a maré está baixa, e em alguns trechos para o surf. O principal atrativo é o arenito rochoso de 50 m que possui pequenas grutas, onde passam águas quando a maré sobe e forma uma piscina natural.
Cacimbas é uma praia de linha reta, que apresenta uma formação rochosa rebaixada com aparecia de uma cacimba de 50m de largura e 1,5Km de expansão.
Praia de Enseada - Camela - PE
Recifes de corais, ondas fracas, vegetação de mangues marcam a praia de Enseada de Serrambi. Em geral, uma praia deserta.
Vale um passeio em grupo. Faça um passeio em grupo por essa Praia praticamente deserta. Sendo o único acesso à praia por Serrambi.
Praia de Toquinho
Nos anos setenta, toda a região contemplava uma fazenda de cocos. E foi justamente esses tocos de coqueiros que deram origem ao nome da praia.
É considerada uma área litorânea elitizada, por conta de seus condomínios de luxo fechados.
É considerada uma área litorânea elitizada, por conta de seus condomínios de luxo fechados.
É uma praia de areia fina e batida que fica quase numa península com ondas fortes do lado do oceano e águas calmas do lado do Rio Sirinhaém que possibilita ancoradouros particulares de barcos. Toquinho é uma praia calma, pouco frequentada pelos turistas.
A praia possui uma barreira de arrecifes semelhante à da praia de Muro Alto e que permite o encontro das águas do rio Sirinhaém com o mar. Possui também um belo coqueiral. O acesso é através de uma estrada de terra a partir de Serrambi. Um condomínio fechado dificulta o acesso à praia, que é quase privativa do condomínio. Há condomínios de luxo no entorno e, na orla, bares simples, que servem petiscos, bebidas e água de coco. A passeios de barco e caiaques no Rio Sirinhaém que encontra o mar, a passeio até a Ilha de Santo Aleixo (é o local mais perto da Ilha), e mergulho entre a praia e a Ilha de Santo Aleixo.
A praia possui uma barreira de arrecifes semelhante à da praia de Muro Alto e que permite o encontro das águas do rio Sirinhaém com o mar. Possui também um belo coqueiral. O acesso é através de uma estrada de terra a partir de Serrambi. Um condomínio fechado dificulta o acesso à praia, que é quase privativa do condomínio. Há condomínios de luxo no entorno e, na orla, bares simples, que servem petiscos, bebidas e água de coco. A passeios de barco e caiaques no Rio Sirinhaém que encontra o mar, a passeio até a Ilha de Santo Aleixo (é o local mais perto da Ilha), e mergulho entre a praia e a Ilha de Santo Aleixo.
Agradecimentos
O Grupo ROFESS e o Voz Camelense, agradecemos a você pela atenção, infelizmente as fontes e os relatos são poucos, porém, tenho certeza que agora, ficou mais claro de onde veio o nome Camela, quando surgiu a feira, a igreja, quando surgiu o distrito e etc.
Esperamos que tenham se satisfeito, infelizmente os recursos são mínimos, mas, fizemos com amor, para que a nossa raiz seja conhecida e inteiramente cultivada, Camela não nasceu ontem, na verdade, Camela tem sim um Ponto de Partida e Um Começo.
Nossa história percorre cerca de 438 anos, contando lá de Jerônimo de Atayde e de seu pai. Se preferir 383 anos contando da administração de D. Catharina Camella.
Nossa Feira Livre, nosso Patrimônio completa em 05 de outubro de 2018, 134 anos de fundação.
A Igreja de Santo Antônio de Camela, comemora 111 anos em 13 de Julho de 2018
E hoje, 20 de Abril de 2018, nosso Distrito comemora 104 de elevação a essa categoria, Distrito Municipal.
Temos que lutar para conseguimos um melhor lugar para Camela e Serrambi, precisamos lutar por nossa história e cultura.
Temos que lutar para conseguimos um melhor lugar para Camela e Serrambi, precisamos lutar por nossa história e cultura.













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