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O que derrubou Carlos, o que pode derrubar Célia e o que podemos esperar de 2020!


Sales, Santanas e Serafins são as principais correntes políticas do Ipojuca e nesse artigo de opinião iremos apontar erros da gestão atual no comando dos Sales, da gestão passada que era comandada pelos Santanas, falaremos dos Serafins e do ano eleitoral de 2020






Que o governo Célia Sales não está equilibrado e obtendo bom sucesso todo ipojucano sensato e apartidário já percebeu. Mas, qual a grande fragilidade ou as grandes fragilidades do atual governo? O que ajuda e atrapalha a atual gestão municipal?

Bom, é fato acordado que Carlos Santana foi um bom prefeito em seus primeiros mandatos com prefeito municipal do Ipojuca, sendo o cume de sua queda a sua gestão de 2013-2016, o ponto de declino da gestão do então prefeito, foi a percepção da população da venda do poder municipal ao poder estadual, venda de secretárias, aumento nos índices de violência, retirou ipojuca dos ipojucanos, não aumento real dos salários dos servidores, perseguição de servidores e cidadãos por pensamentos diferentes e tantas outras coisas que sabemos.

Carlos Santana perdeu duas eleições seguidas, em outubro de 2016 e em abril de 2017 na eleição suplementar por causa da impugnação do vencedor da eleição 2016 Romero Sales. Outra derrota expressiva vou na eleição gerais em 2018, onde sua esposa a Deputada Estadual Simone Santana (PSB), ficou em segundo lugar no município do Ipojuca com 15,11% (7.663) dos votos dos eleitores do Ipojuca para o acento na Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE). Enquanto Romero Filho (PDT), obteve 28,48% (14.066) dos votos, uma diferença expressiva comparada a já atuação de Simone na ALEPE e pelos mais de 20 mil eleitores que Carlos Santana detém no município.


Mas, o que torna o governo atual desequilibrado e mal gerido, são pontos visíveis a sociedade civil. Quem acompanha a política atual em Ipojuca, deve ter percebido que não é Célia que regi o executivo municipal. Logo voltarei nesse assunto. Os candidatos Romero em 2016 e Célia em 2017, ganhou as eleições com muito esforço popular por não aguentar mais o peso do Governo do Estado sobre Ipojuca, os mais de 30 mil ipojucanos que votaram no governo que se dizia o Novo Tempo, votaram na esperança de se libertar da velha política e das mãos do governador de Pernambuco.

Mas, o Novo Tempo não veio, olhando para baixo, vemos que Carlos cuidava muito de infraestrutura, mas, não cuidava de pessoas, olhando para a atual administração, vemos que eles nem sabem de um, nem buscam aprender o outro. Outro ponto importante de ser avaliado é o secretariado municipal, com pouca influência social e sem visibilidade comentem deslizes constrangedores, como por exemplo as máquinas derrubando as casas de Jagata no distrito sede, ou a retirada de vendedores de artesanato na entrada da cidade, também podemos usar o exemplo da saúde, exames que demoram meses para serem realizados, ou da educação, que os projetos começam, mas, não chegam as frentes necessárias, como é o exemplo do pré-vestibular do Ipojuca, ou das escolas municipais que estão sucateadas, fios expostos e outros próximas, sabemos que Carlos fez, mas, Célia não deveria arruma meios de concertar o que ele fez? É apenas abandonar e deixar para lá?




O bom observador da política ipojucana vai ver a administração nas mãos de Romero e não de Célia, traços de deu esposo de espalha das correntes da administração, e corrompem o bom funcionamento da política ipojucana, as evidências ficam claras quando vemos o desrespeito com compromissos de campanha, com a não simpatia popular, isso apontando para uma não reeleição da então prefeita. O que podemos ver assiduamente é apontamentos para uma possível queda do governo Célia em 2020.

Uma outra situação que deve ser avaliada é o esforça de marketing que não tem gerado contentamento ao município, por Ipojuca ter três polos distritais, não é possível puxar a sardinha para apenas um polo, pois vai gera descontentamento nos demais, é isso que tem acontecido com a Secretária Especial de Comunicação, eles tentam não mostrar, mas, fica visível aos olhos popular a falta de afinidade com o distrito de Camela e a Praia de Serrambi, mas, isso não quer dizer que é culpa exclusiva da secretaria, pois é sabido do perfil centralizador da então gestão municipal, porém, centralizar onde? Onde facilite para todos e não para determinado percentual, a Secretária Especial da Juventude por exemplo, fica localizada no distrito de Nossa Senhora do Ó e não é de ontem, é de muito tempo, onde se torna inviável para a juventude de Camela. Existe muitos pontos a se destacar que fragiliza a gestão, algumas super bobas e fácil de se resolver, outras complexas e de difícil mudança.


Nesse puxa e repuxa, uma pessoa tem aparecido sorrateiramente é o ex-prefeito Pedro Serafim, ele que após brigas quase intermináveis com Carlos Santana se uniu a ele na eleição de 2016 com a eleição de seu filho Pedro Serafim Neto ao cargo de vice da chapa de Carlos Santana seu maior rival em Ipojuca. Isso fragilizou os Serafins e os Santanas nas eleições de 2016, sendo esse um dos motivos de queda de Carlos, além dos demais citados a cima.

Pedro sofreu uma derrota gigantesca nas eleições gerais de 2018, quando sua filha Débora Serafim (PSC) recebeu apenas 8,58% (4.238) ficando em 3º lugar no município, perdendo para Simone (2º lugar) e Romero (1º lugar). Isso consolida as 3º correntes politica-partidaria do município do Ipojuca.

Pedro tem grande número de aceitação no município, porém, não é possível esquecer os seus grandes escândalos na frente da gestão municipal do Ipojuca. Então vale ficar atento a todos os movimentos políticos-partidarios de Ipojuca.


O maior desejo é que venham alguém com o pensamento de inovação e modernização e sem vínculo com os pensamentos retrógrados, ainda tem chance para a gestão municipal e um dos posicionamento é realmente ser o "novo tempo para os ipojucanos".


Uma das coisas que os ipojucanos não aceita é a gestão dizer que não tem arrecadado, que falta dinheiro ou coisas semelhantes. Pois Ipojuca teve sua maior arrecadação em 2018, foram R$ 710.541.845,48, total da receita arrecadada. Em 2019 Ipojuca já arrecadou um total de R$ 264.149.300,49 e o previsto é R$ 710.080.000,00 segundo o site Tome Conta do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco.


Para não prolongar muito esse artigo de opinião, podemos concluir que em 2020, as três correntes políticas ipojucana estarão na corrida pela cadeira do cargo maior do executivo municipal, com maior chance de permanência da então prefeita Célia e seu esposo Romero Sales. Mas, não se pode menosprezar a grandeza dos demais oponentes. A gestão atual pode mudar seu posicionamento e ganhar a confiança dos ipojucanos, mas, isso tem que ter muita posicionamento e muita determinação. O governo começou tarde mesmo com uma boa visão, não consegiu até o momento atingir seus objetivos. Os demais já se articulam e buscam robustar suas pré-candidaturas.






Felipe Sayllins, Blogueiro do Portal Voz Comunicação

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